Cirurgia Odontológica

Com os avanços nas técnicas cirúrgicas e nos meios de diagnóstico, a Odontologia tem melhorado muito a qualidade de vida das pessoas com defeitos oro faciais ou que sofreram acidente.

Cirurgia Odontológica em ambiente hospitalar

As cirurgias em ambiente hospitalar principalmente em Hospital Dia, têm aumentado sensivelmente devido a procedimentos maiores de enxertos ósseos, maior número de acidentes automobilísticos, pacientes especiais e até por maior conforto do paciente no pós operatório imediato. São procedimentos realizados sob anestesia geral ou sedação.

Ambos com total segurança e previsibilidade.

Abaixo, destacamos procedimentos realizados preferencialmente em ambiente hospitalar:

  • Enxertos ósseos corretivos para colocação de implantes
  • Enxertos ósseos vários e levantamento de seio maxilar para implantes
  • Cirurgia de lesões patológicas extensas
  • Cirurgia ortognática
  • Pacientes com necessidades especiais tais como: limitação física, mental, emocional ou médica.

Os procedimentos hospitalares são sempre precedidos de avaliação médica, exames laboratoriais e outros que se fizerem necessários.

Através de planejamento adequado, nossa Equipe organiza e racionaliza as etapas do tratamento cirúrgico, indicando a intervenção em Clínica ou Hospital.

Com estes cuidados, reduzimos os riscos e complicações trans e pós operatórias, proporcionando segurança e bem estar a nossos Pacientes.

Cirurgia Odontológica em ambiente ambulatorial

Cirurgia Ambulatorial ou em consultórios, é a maior parte das cirurgias.

A todos os procedimentos se faz necessário um apurado planejamento multidisciplinar por nossa Equipe de Especialistas

Extrações de dente

Melhorar os níveis de saúde através da diminuição do risco às doenças é uma estratégia econômica e sensata. Medidas preventivas básicas, conhecidas pela sua simplicidade e eficiência, como a prevenção de acidentes, o hábito da higiene bucal e um controle na ingestão de açúcar, podem reduzir a incidência de doenças na boca, evitando a perda dental. A extração de um, parte ou todos os dentes afeta a qualidade de vida das pessoas.

Os dentes são importantes para uma boa alimentação, correta pronúncia das palavras, mastigação eficiente, convívio social e bem-estar. A mastigação é a função básica dos dentes, facilitando a digestão dos alimentos e, com isso, possibilitando um melhor aproveitamento das substâncias ingeridas. Outra importante função dos dentes é o desenvolvimento harmonioso dos maxilares e músculos, garantindo ao rosto uma feição normal, saudável e de boa aparência.

No entanto, durante a vida inúmeras situações e fatores levam algumas pessoas a necessitar de uma ou várias extrações dentais.

Didaticamente dividimos as indicações de extração dental em seis grupos:

  1. Dentes mal posicionados ou retidos (dentro do osso) e que não podem
    receber tratamento ortodôntico, como os dentes do siso (terceiros molares) e supranumerários.
  2. Dentes destruídos por cáries extensas, fraturas na raiz e problemas periodontais (mobilidade e perda óssea).
  3. Por motivo ortodôntico (falta de espaço na arcada dentária).
  4. Dentes com infecções persistentes após criterioso tratamento de canal (endodontia) ou cirurgia na raiz (apicectomia).
  5. Dentes de leite (decíduos) que estão atrapalhando a vinda (erupção) de dentes permanentes.
  6.  Dentes associados com lesões patológicas, como cistos e tumores.

Orientamos aos nossos Clientes que a cirurgia para remoção de um ou mais dentes é realizada em clima de muita tranquilidade e segurança, técnica precisa,geralmente sem qualquer dor e em tempo operatório reduzido. Todos os Clientes recebem, antes da cirurgia, prescrição medicamentosa adequada para cada caso, em particular, e um roteiro por escrito com todas as orientações necessárias para um pós-operatório sem surpresas e calmo. O retorno ao consultório no pós-operatório, faz-se necessário para reavaliação, higienização e remoção da sutura.

Geralmente as pessoas operadas necessitam de um período de repouso que varia de um a três dias após a cirurgia. É evidente que até a alta completa do tratamento, as atividades físicas, banhos de sol e os excessos deverão ser  evitados.

É fundamental salientar que após a extração de um dente permanente bem posicionado na arcada dentária, com exceção das indicações ortodônticas, será necessária a reabilitação do local. A melhor maneira de preencher o espaço sem dente é com a fixação de um implante dentário e prótese sobre este, o mais  precocemente possível e, em algumas situações, até no mesmo momento da extração. Caso a opção seja em fixar o implante num segundo momento, confecciona-se uma prótese provisória para ser adaptada no local da extração e não aparentar uma perda dental no Cliente operado.

Este Centro de Cirurgia Odontológica tem buscado a excelência na qualidade do atendimento para alcançar a satisfação dos Clientes, proporcionando segurança, rapidez e conforto nos tratamentos.

Enxerto ósseo

As pessoas que perderam um, parte ou todos os seus dentes com as extrações, passam, a partir desse momento, a sofrer de constante atrofia óssea (reabsorção). Ao longo de poucos meses o osso do local da extração perde de 30 a 70{c71a7c0d08362a7fc7010bf4450d2af8e777621e6a0f8d0eefb71a4e103d2e52} de sua espessura e altura. Isso significa boca murcha, fala alterada, mastigação reduzida, expressão facial e sorriso limitado.

A única maneira comprovada cientificamente de interromper a perda óssea por falta de função é com a adaptação de implantes dentários, que são parafusos de titânio colocados no interior do osso, no lugar do dente perdido, e próteses adaptadas sobre eles.

Porém, se o osso estiver atrofiado pode ficar tão fino que nem cabe um parafuso e aí passa a ser necessário aumentar o osso local com enxertos de osso. Apesar de serem rotina essas reconstruções ósseas em ambiente de consultório, e com resultados previsíveis, elas estendem o tempo do tratamento.

Os enxertos ósseos servem para devolver ao osso atrofiado um volume suficiente que possibilite a fixação do implante. Esse tipo de procedimento cirúrgico demanda uma técnica minuciosa e muitos anos de experiência profissional. Existem vários tipos de enxertos ósseos, porém os melhores resultados são alcançados com a utilização dos enxertos retirados do próprio Cliente (autógeno). Eles podem ser utilizados em bloco ou particulados.
Em caso de um defeito ósseo de dimensão pequena ou média, todo o procedimento cirúrgico é desenvolvido em ambiente de consultório e sob anestesia local, geralmente sem qualquer tipo de dor. Nessa situação a área doadora de osso pode ser a própria mandíbula do Cliente, com um pequeno acesso intra-bucal, procedimento rápido, seguro e sem cicatriz.

Nos enxertos de grande dimensão, para reconstruir todo o maxilar superior, por exemplo, há necessidade de uma intervenção cirúrgica em ambiente hospitalar, sob anestesia geral e com envolvimento de uma equipe multiprofissional. Nessa situação a quantidade do enxerto é maior, necessitando de uma área doadora fora da boca, que pode ser o osso ilíaco (bacia) ou o parietal (calota craniana).
Os enxertos ósseos retirados de outros humanos (heterógeno), animais (xenógeno) e os sintéticos (alógeno) têm apresentado um comportamento biológico, em diversas pesquisas experimentais e clínicas, bem inferior ao osso autógeno, quando aplicados nas reabilitações com próteses adaptadas sobre implantes.
Através de exame clínico minucioso, exames radiográficos e tomográficos, o Cirurgião Bucomaxilofacial terá subsídios para avaliar com precisão a quantidade de osso existente em cada região da boca e planejar com segurança a possibilidade de fixar o implante com ou sem o auxílio do enxerto ósseo. Dessa maneira o Cliente estará caminhando para um bom resultado no tratamento, que proporcionará estética, função e bem-estar social.